Clemente Carlos lamenta o desaparecimento físico de Calane da Silva
O relógio marca Oito e Catorze minutos em Moçambique, a luz do sul na cidade capital inspira o jornalista, dramaturgo, poeta, escritor e professor, Clemente Carlos, e lamenta pela morte de Raúl Calane da Silva.
“Em 2012, eu como estagiário entrevistei-no, confesso que eu estava a tremer, tamanha inexperiência, e achava que seria como (os super inteligentes) da praça moçambicana, que nada fazem, a não ser humilhar neófitos, tal como era”, escreveu, na sua rede social (Facebook).
De acordo com a mesma publicação, Calane da Silva, com calma, cautela e simplicidade concedeu a entrevista ao Clemente Carlos, na altura estagiário, pelo que, tudo correu sem sobressaltos.
“Tarde para dizer muito obrigado, senhor professor, mas ao menos oro pela sua família, que o altíssimo os conceda o consolo e a união nesta fase de pesar”, encerrou o texto.
Importa recordar que Calane da Silva, perdeu a vida ontem (29) na sequência de uma luta contra o novo Coronavírus que já o maltratava há algumas semanas, numa cama hospitalar.











