Presidente Chapo lamenta morte de Justino Cardoso e destaca legado do artista

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, manifestou profunda consternação pela morte do artista gráfico moçambicano Justino António Cardoso, ocorrida na madrugada desta segunda-feira, em Nampula, vítima de doença.

Na mensagem de condolências, o Chefe do Estado destacou o percurso de dimensão internacional do artista e o seu contributo para as artes, a cultura e a valorização da identidade moçambicana.

A obra de Justino Cardoso ultrapassou as fronteiras nacionais, tendo sido apresentada em países como Coreia do Norte, Finlândia e Suíça, onde o seu talento foi reconhecido.

Segundo o Presidente Chapo, Cardoso destacou-se como criador e contador de histórias através da imagem, abordando temas ligados à história, cultura e realidade social de Moçambique. Entre os assuntos retratados pelo artista esteve também a reforma do sector público, com enfoque na boa governação e no combate à corrupção.

O Chefe do Estado realçou igualmente o seu papel como formador e inspirador de jovens, contribuindo para o desenvolvimento das artes gráficas, do design e da comunicação, particularmente na província de Nampula.

Justino Cardoso foi distinguido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Lúrio, em Nampula, entre outras distinções pelo seu contributo às artes e à cultura.

Na mensagem, Daniel Chapo considera que o artista deixa um legado de criatividade, dedicação e amor às artes, tendo projectado a cultura e a identidade moçambicanas além-fronteiras.

O Presidente endereçou, em nome do Governo e do povo moçambicanos, e em seu próprio nome, as mais sentidas condolências à família enlutada, amigos, colegas e à comunidade artística e cultural.

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