Chiquinho: Um dos melhores jogadores de todos os tempos do futebol moçambicano

Chiquinho: Um dos melhores jogadores de todos os tempos do futebol moçambicano

- in Notícias

Francisco Queriol Conde Júnior, conhecido por todos como Chiquinho Conde, é considerado uma verdadeira lenda do desporto em Moçambique. Este insigne ex-jogador moçambicano deslumbrou o público com suas actuações no campo.

Brilhou em torneios como Moçambola, Copa Africana de Nações, Copa de Portugal, Supercopa de Portugal e outras competições, que podem ser apostastadas online com Betway, marca consolidada no mercado de apostas desportivas.

Sem dúvida, marcou uma época dourada deixando a seu passo um legado competitivo imbatível na história do país. Fez parte da Selecção Nacional como jogador titular e integrou uma geração de ouro que encheu de glória e alegrias ao gentilício de Moçambique.

Hoje, aos 55 anos, continua sendo notícia no meio desportivo, mas cumprindo outros papéis, até meados de 2020 desempenhava a função de director técnico.

Chiquinho jogou como avançado em várias equipas de futebol europeu, a maioria dos jogos disputou-os em terreno luso. Uma grande oportunidade para compartilhar a quadra com figuras emblemáticas do futebol português como Luis Figo, Ricardo Sá Pinto e Rashid Yekini.

Conseguiu marcar um bom número de golos dentro das fileiras de clubes da Europa, intervenções chave para ganhar várias campanhas.

Trajetória futebolística

Chiquinho vem de uma família provinciana de Moçambique com cultura desportiva e história futebolística. Inclusive, dois de seus irmãos acabaram se convertendo em futebolistas profissionais.

Sua carreira no futebol começou na década de 80 quando entrou no Ferroviário da Beira, um clube de transcendência no país. Depois aterra em Maputo para ir em busca de títulos a favor do Clube Desportivo Maxaquene, um clube que serviu de catapulta na sua carreira, a partir daí o seu nome começa a dar-se a conhecer no continente. Em sua primeira temporada no clube acabou levantando a Taça de Moçambique 1986.

Seu compatriota Eusébio também militou em seus primeiros anos de carreira neste clube moçambicano, quando tinha a denominação Sporting de Lourenço Marques.

Chegada aos clubes portugueses

A proeminente actuação e o triunfo de Chiquinho no Maxaquene chama a atenção de vários clubes lusitanos, os aplausos dos fanáticos demonstrados pelo enorme talento do jogador o converteram em uma estrela do futebol com grande potencial.

O Benfica foi um dos primeiros clubes a propor-lhe unir-se ao plantel, mas por políticas internas do presidente de Moçambique, Samora Machel, o jogador não pôde sair para jogar em terras portuguesas. Ao falecer Samora, em 1986, Chiquinho pôde ingressar na equipa do Belenenses, clube com o qual militou cinco temporadas até 1991.

Com os “Azuis de Restelo” celebrou seu primeiro título de campeão dentro do futebol português, ganhou a Copa de Portugal na campanha 1988-89. Pouco tempo depois, em 1995 volta para jogar uma nova temporada, durante sua permanência na equipa acumulou 29 golos em 98 partidas.

Jogou a campanha 1991-92 nas fileiras do Sporting Braga, só pôde marcar 3 golos em 16 jogos. Ao finalizar o contrato, Chiquinho assina com o clube Vitória de Setúbal, clube no qual desenvolve todo seu potencial.

O avançado conquistou o coração dos fanáticos “Vitorianos” por seu impecável trabalho com a camiseta branca e verde, e por formar uma incrível dupla com o nigeriano Rashid Yekini em muitos jogos. Com o clube Vitória de Setúbal conseguiu marcar 60 golos em 145 jogos disputados em três momentos de sua carreira.

Alistou-se na equipa de outros clubes portugueses como o Sporting CP (1994-95), Aliverca (2000-01), Portimonense (2001-02), Imortal (2002-03) e Montijo (2004-05).

No Sporting foi proclamado campeão pela segunda vez na Taça de Portugal e também conquistou a Supercopa de Portugal da temporada 1995/96, grandes eventos nacionais nos quais pode apostar ao ingressar na Betway, com a melhor oferta de apostas virtuais da actualidade.

Na Primeira Liga converteu 85 golos em 309 partidas. No final dos anos 90, com 31 anos, Conde mudou-se para os Estados Unidos para jogar na Major League Soccer nos clubes New England Revolution (1997) e Tampa Bay Mutiny (2004). Sua estadia em território norte-americano foi muito breve, e só conseguiu marcar 6 golos.

A última temporada de sua carreira como futebolista de alto nível a jogou em Portugal. Ocupou a posição de artilheiro no Imortal em 2004, despediu-se depois de acumular grandes vitórias ao longo de toda sua vida profissional.

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