Francisco Pagula destaca Festival de Jazz como motor de diversificação da oferta turística em Inhambane

Por: Massunda Rivaldo
O Festival Internacional de Jazz de Vilankulo afirma-se como uma nova aposta na promoção do turismo cultural, na dinamização da economia local, bem como na projecção internacional da província de Inhambane. É nestes moldes que o Governador da Província Francisco Pagula, considera que iniciativas desta dimensão são fundamentais para diversificar a oferta turística e transformar a cultura num dos principais cartões de visita da província.
A cidade de Vilankulo transforma-se, de 05 a 07 de Novembro, num dos principais palcos da cultura e do entretenimento, ao acolher a primeira edição do Festival Internacional de Jazz, um evento que reuniu no mesmo palco, artistas nacionais e internacionais com promessas de abrir novas perspectivas para o desenvolvimento do turismo cultural em Inhambane.
Promovido pela Fundação Moreira Chonguissa, no âmbito do Memorando de Entendimento com o Executivo Provincial, a primeira edição do festival reuniu grandes vozes da música do sopro e não só, entre as quais destaca-se Jimmy Dludlu, Moreira Chonguissa, Juliana de Sousa, Lokua Kanza e a banda Timbila Groove, proporcionando ao público uma experiência musical que cruza diferentes culturas, sonoridades e identidades artísticas.
A iniciativa representa uma oportunidade estratégica para reposicionar Vilankulo no mapa dos destinos turísticos que oferecem experiências para além das tradicionais atracções naturais.
É neste contexto que o Governador da Província de Inhambane, Francisco Pagula, destaca o papel do Festival Internacional de Jazz na diversificação da oferta turística, sublinhando a importância de integrar a cultura nas estratégias de promoção e valorização dos destinos.
A aposta no turismo cultural surge como uma oportunidade para ampliar o tempo de permanência dos visitantes, atrair novos segmentos de turistas, estimular o consumo de bens e serviços e criar oportunidades para os operadores turísticos, empreendedores, artistas e outros agentes económicos locais.
Com efeito, eventos desta natureza podem gerar benefícios que ultrapassam o palco, movimentando sectores como a hotelaria, restauração, transportes, comércio e prestação de serviços, ao mesmo tempo que valorizam o talento artístico e a identidade cultural moçambicana.
A realização desta primeira edição também reforça a importância das parcerias entre o sector público e as instituições culturais na criação de iniciativas capazes de impulsionar o desenvolvimento local e promover Inhambane como um destino turístico competitivo.
Pagula, disse ainda que o potencial turístico de Inhambane não reside apenas nas suas praias, paisagens e belezas naturais, mas também na riqueza da sua cultura, criatividade dos seus artistas e capacidade de acolher eventos de dimensão internacional.




