Ildefonso Colaço apresenta “O Corpo como Fronteira” no Centro Cultural Franco-Moçambicano

O fotógrafo moçambicano Ildefonso Colaço inaugura, no próximo dia 9 de Setembro, às 16h00, a exposição fotográfica “O Corpo como Fronteira”, no Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo. A mostra propõe uma reflexão sobre o corpo enquanto espaço político, poético e simbólico, explorando questões ligadas à identidade, memória, cultura e história.

Com cerca de 15 fotografias em grande formato, a exposição, inspirada pelo Afrofuturismo e pelo espaço urbano, apresenta corpos inseridos em becos, ruínas e diferentes paisagens de Maputo. Através da performance e de uma linguagem que combina fotografia documental e intervenção artística, Colaço explora a ideia de “re-existência” como uma forma de ocupar, reinventar e reivindicar espaços.

Nascido em Maputo, em 1999, e com raízes no bairro de Maxaquene, Ildefonso Colaço iniciou-se na fotografia em 2015 e desenvolveu um trabalho centrado nas vivências das periferias e nas questões sociais. Com curadoria de Inês Dias, investigadora e académica ligada à Universidade de Leeds, “O Corpo como Fronteira” ficará patente até 20 de Novembro de 2026, convidando o público a repensar as relações entre corpo, espaço e identidade.

 

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