Depois de receber críticas por participar na música “Queremos Paz”, Classic Nova “rende-se” ao povo
Pouco tempo depois do lançamento da música “Queremos Paz” na qual Mr. Bow juntou vários artistas da zona sul, centro e norte, as redes sociais ficaram “inundadas” com críticas.
Nas páginas de cada artista que participou nesta música de apelo à paz, os internautas deixaram vários comentários que mostram o seu descontentamento e o seu repúdio em relação a este trabalho audiovisual.
Na manhã desta terça-feira, 10 de dezembro, a Classic Nova, que também participou na música, fez uma publicação na sua página do Facebook a dizer que se rende ao povo.
Muitos internautas responderam dizendo que, neste momento, o que se quer não é paz, mas sim a dita “verdade eleitoral” e que espera muito mais dos artistas do que uma música.
“BEM BEM… EISHHH YAHHH
BOM DIA PATRÕES!
MWA HI ZUKETELA VA BOZASSI!
BAYETHI!!! 😃RENDER PARA VALER” – escreveu a dupla reconhecendo que está a ler os comentários cheios de insultos.
A Classic Nova recordou que a sua relação com o público sempre foi boa, questionou onde essa insatisfação partiu e disse que a sua intenção era apenas promover a paz neste momento de crise que o país vive.
“NOSSA RELAÇÃO CONVOSCO NUNCA FOI ASSIM…SWI SUKELI KWINI BEM BEM (DE ONDE PARTIU?)?
NÃO ESPERÁVAMOS ESSA! NÓS PENSÁVAMOS QUE ESTÁVAMOS A PRATICAR UM ACTIVISMO PARA QUE OS MAIS VELHOS PERCEBESSEM QUE NÓS COMO POVO QUEREMOS QUE ELES SE SENTEM E RESOLVAM ESTES IMPASSES SEM SERMOS PARCIAIS! MAS VOCÊS ZANGARAM DJON…” – escreveu.
Em jeito de conclusão, a dupla pediu para que o público sugerisse o que deve ser feito, visto que a ideia da música “Queremos Paz” não teve o efeito desejado.
“JÁ AGORA PATRÕES? COMO FAZEMOS? VOCÊS SÃO OS PATRÕES.
Deleguem os que não tem cede de insultos para sugerirem o que querem PATRÕES! Onde é que se falhou chefes?” – questionou.
Muitos internautas responderam dizendo que, neste momento, o que se quer não é paz, mas sim a dita “verdade eleitoral” e que espera muito mais dos artistas do que uma música.











