“Lizha James cumpriu até as normas tradicionais de luto, e está livre de seguir adiante” – Pinto Paulo Comolo
Por: Pinto Paulo Comolo
Não vejo necessidade de lançar pedras, muitos menos criar polêmica sobre o novo relacionamento dela (Lizha James). Tradicionalmente são dois anos e mais que ela ficou ou cumpriu com o luto , algo que não é fácil, e ela ainda é jovem e pode prosseguir com a sua vida sentimental. Mesmo a família do ex-marido Bang não entra nisso, ou seja, não tem direito de opinar sobre as escolhas que ela poderá tomar no concernente a vida sentimental dela, porém a familiaridade não morre porque existe uma filha no seio das duas famílias. Isto é, a familiaridade prevalece.
É preciso frisar que , eles eram casados, e no casamento o juramento era até que a morte nos separe. A morte separou-lhes , portanto , ninguém pode discutir o destino traçado por Deus.
Neste caso, a ideologia popular de que ela deve ou não deve, fazer algo pela vida privada dela deve ser desconstruída. E sobre a pessoa na qual ela se relacionou ou escolheu ( Nelo dos Santos), um Angolano, é menos importante ou não conta, por outro a única coisa de se aprender sobre o respeito é sabermos que as escolhas dos outros não são da nossa conta ou devem ser respeitadas.
É bem sabido que a actual opinião pública sobre este novo relacionamento pode ser algo instrumentalizado por pessoas de interesse na Lizha James como mulher. Estamos atentos.
É preciso lembrar ao público que a Lizha James tanto como Bang, se cruzaram no ramo musical, ninguém levou o outro para lá, ao ponto de alguém aparecer a dizer que um fez crescer o outro. Em suma, significa que tudo quanto eles foi mesmo o resultado de Deus.
Lizha James, é uma mulher, com educação, princípios, foco e humildade, pensaram que assim que perdeu marido, ficaria vulnerável como as outras tantas mulheres. Os meus parabéns mana Lizha no seu novo relacionamento, seja feliz, você não quis, o destino quis tomar conta das coisas.
A vida é opressora e o futuro é incerto, lápis de Deus não tem borracha, Pinto Paulo Comolo











