Docente da UEM, Teresa Manjate, esteve na mesa de júri do Prémio Camões 2022, pela segunda vez consecutiva

Recentemente, o escritor brasileiro, Silviano Santiago, foi anunciado como vencedor da 34.ª edição do Prémio Camões, que contou com a docente e investigadora da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Teresa Manjate, como parte do júri.
Segundo o Jornal Notícias, esta foi a segunda vez consecutiva que Teresa Manjate fez parte da equipa que decide sobre os vencedores do maior prémio de língua portuguesa, depois da sua participação quando se atribuiu o Prémio Camões à Paulina Chiziane, em 2021.
Para além da Teresa Manjate, o Notícias diz escreve que a o júri da 34.ª edição do Prémio Camões foi constituído pelos professores universitários portugueses, Abel Barros Baptista e Ana Maria Martinho, da Universidade Nova de Lisboa, a são-tomense, Inocência Mata, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o brasileiro, Jorge Alves de Lima, membro da Academia Paulista de História e da Academia Campinense de Letras, e membro do Conselho Científico do Centro de Memória da Unicamp, que presidiu o júri, Raúl Cesar Gouveia Fernandes, do Departamento de Ciências Sociais e Jurídicas do Centro Universitário FEI, em São Bernardo do Campo.
De referir que, em 2020, quando o “Camões” foi para Vítor Aguiar e Silva, outro destacado docente universitário fez parte do júri, Nataniel Ngomane. Para além disso, é importante realçar que, antes de Paulina Chiziane, outros dois escritores nacionais foram atribuídos o galardão: José Craveirinha (1991) e Mia Couto (2013).
Saiba mais sobre Teresa Manjate

Teresa Manjate é uma investigadora sénior, com a categoria de Professora Auxiliar. É doutorada em Literatura Oral e Tradicional pela Universidade Nova de Lisboa. Faz pesquisa na área de Literaturas Africanas, Literatura Oral, Conhecimento Local, Semiótica e Cinema. É activista e trabalha na protecção dos direitos humanos da criança. Nesta perspectiva, colabora com a SANTAC (Rede da África Austral contra o Tráfico e Abuso de Crianças), com a Terre des Hommes – Alemanha. Já colaborou com a OIM (Organização Internacional das Migrações). Actualmente está a trabalhar na recolha e registo e catalogação de literatura oral em Moçambique, na elaboração de um dicionário de símbolos, a partir do material recolhido; no desenvolvimento de uma pesquisa em torno do cinema moçambicano.
Fonte: CEA (UEM)











