Morte de Hanna Gizela: HCM revela que não houve possibilidade de reanimação

O Hospital Central de Maputo esclareceu publicamente as circunstâncias do óbito da modelo Hanna Gizela, afastando alegações de negligência no atendimento.

Segundo Dino Lopes, a paciente deu entrada na unidade hospitalar já sem sinais vitais, tendo a equipa médica confirmado de imediato o óbito. De acordo com o responsável, nestas situações, o protocolo determina o encaminhamento directo para a morgue, uma vez que não há possibilidade de prestação de cuidados clínicos ou realização de manobras de reanimação.

Dino Lopes explicou que a sucessão entre a clínica privada onde a modelo foi inicialmente assistida e o transporte para o hospital poderá ter sido determinante para o desfecho. O responsável sublinhou que os primeiros socorros deveriam ter sido estabilizados na unidade de origem antes da transferência, apontando o tempo decorrido durante o trajecto como um factor crítico.

Apesar da tragédia, o director do Banco de Socorros defendeu que não houve culpa por parte das instituições envolvidas, quer da clínica privada, quer do hospital central. Relativamente ao vídeo divulgado por uma cidadã que prestou auxílio à vítima, no qual são levantadas suspeitas de falta de assistência, Dino Lopes considerou tratar-se de uma reacção emocional, motivada pela expectativa de que ainda fosse possível reverter o quadro clínico.

O responsável acrescentou ainda que o hospital dispõe de imagens captadas pelas câmaras de segurança, que comprovam o momento da chegada da paciente e a verificação célere realizada pela equipa médica, que apenas pôde constatar o falecimento.

O caso continua a gerar comoção pública, enquanto as autoridades de saúde procuram esclarecer todos os contornos relacionados com a morte da modelo.

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