Francisco Pagula entrega 100 mil meticais a Neima Sitoe e defende o fortalecimento das indústrias criativas em Inhambane
O Governador da Província de Inhambane, Francisco Pagula, ofereceu, esta semana, um incentivo financeiro no valor de 100 mil meticais à modelo moçambicana Neima Sitoe, Vice-Campeã Rainha da Cultura Mundial, coroada no concurso Miss World Culture, realizado recentemente na Nigéria. O gesto visa reconhecer o mérito da jovem na promoção da cultura nacional além-fronteiras e estimular o desenvolvimento das indústrias criativas, sobretudo no seio da juventude.
Falando momentos após receber a modelo no seu gabinete de trabalho, Pagula sublinhou a necessidade de capitalizar as indústrias criativas como instrumento para o fomento do empreendedorismo juvenil e da geração de oportunidades económicas. Segundo o governante, o valor entregue deve servir de estímulo para a consolidação da carreira profissional da jovem modelo e para a sua contínua afirmação nos palcos nacionais e internacionais.
Por sua vez, Neima Sitoe manifestou satisfação e gratidão pelo reconhecimento institucional, reafirmando o compromisso de trabalhar com dedicação no sector da moda e da cultura, com o objectivo de levar o nome do seu distrito de origem, da Província de Inhambane e de Moçambique além-fronteiras.
Natural de Massinga, Neima Sitoe iniciou a sua carreira aos 12 anos de idade, na Escola Secundária de Massinga. Ao longo do seu percurso, participou em eventos de destaque como o Mozambique Fashion Week, Miss PALOP e Miss Africa Unite Mozambique, tendo igualmente representado o país em palcos internacionais na África do Sul, Botswana, Zimbabwe e, mais recentemente, na Nigéria. No Miss World Culture, além de conquistar o título de Vice-Campeã Rainha da Cultura Mundial, foi distinguida com o prémio de Melhor Traje Tradicional.
Actualmente, Neima Sitoe é considerada uma das mais promissoras representantes da moda e da cultura moçambicana, dedicando-se à valorização da expressão cultural, ao empoderamento feminino e à inspiração de jovens raparigas, demonstrando que a moda pode ser uma poderosa ferramenta de identidade, inclusão e transformação social.






