Público rendeu-se a 5ª edição do Nostalgia
Realizou-se no dia 06 de Maio, a 5ª Edição do Nostalgia, no Campus da Universidade Eduardo Mondlane em Maputo, que contou como figuras de cartaz Thierry Cham, Tabanka Djazz, Grupo O2, Neyma, Dj Nos Manera entre outros Dj’s nacionais e internacionais.
Organizado pela F&F Eventos, Nostalgia é um festival que conta com mais de 500 profissionais que trabalham aguçadamente para a consagração da música e dos ritmos dos anos passados com vista a eternizar as músicas que marcaram a história de várias gerações do passado.
Segundo o comunicado de imprensa enviado à Moz Entretenimento, o Campus da UEM tornou-se pequeno para acolher as mais de sete mil pessoas que se fizeram presentes ao local para desfrutar de um ambiente de alegria consagrado à diversidade cultural. Para além de boa música, o Festival Nostalgia criou espaço para que o público desfrutar da gastronomia e do artesanato de Moçambique através da feira e da exposição de stands para apreciação e consumo de diversos bens.
Desde a sua 3a edição, o NOSTALGIA está associado a AMA (Associação Moçambicana de Autismo) – movimento de divulgação de acções em prol da conscientização do espectro do autismo que exige a inclusão de medidas educacionais e sociais para a aceitação e convivência pacífica.
De Moçambique para o mundo, Nostalgia teve transmissão direta e internacional na RDP África e em simultâneo com a Rádio Cidade que tem cobertura nacional. Esta edição aconteceu no dia do aniversário da cantora Neyma, que foi brindada com uma surpresa em palco ao receber da Produção do evento um bolo de aniversário e uma bolsa Made in Mozambique.
Um dos momentos mais altos do Espectáculo foi a homenagem feita pela empresa F&F Eventos, promotora do espectáculo, à Júlio Pedro Sitoe, também conhecido por Julinho pelo seu contributo para o constante desenvolvimento da Indústria Cultural de Moçambique com a entrega em palco de um Diploma de Honra pelas Mãos do DJ Faya, patrono do Evento e sua Equipa de Produção, um momento que foi merecedor de ovações pelo público que não parava de gritar pelo nome do Tio Julinho, como é carinhosamente tratado.
Visivelmente emocionado, DJ Faya, patrono do projecto subiu ao palco e agradeceu ao público por ter aderido em massa ao local e ter contribuído para a realização de um espetáculo nostálgico cuja a banda era totalmente composta por moçambicanos.






