Jeremias Gotine: “Artistas moçambicanos precisam de assessores de imprensa e gestores de carreira”
Nos países onde a indústria das artes funciona com rigor é essencial que os artistas façam alianças com a marca de assessoria de imprensa, responsável por planificar o que pode ser dito, tal como o que se pode vestir em cada ocasião e não só.
Olhando para Moçambique, os fazedores de artes vivem com aquilo que o mercado oferece (condições básicas), ainda assim, nada impede de montar uma equipa de trabalho, visto que eles ganham valores monetários pelo trabalho que fazem.
“Eu vos amo”, “Eu amo Moçambique”, “Obrigado Moçambique”, é isso que os artistas internacionais falam repetidamente quando visitam o nosso belo País, porque sabem o quanto as palavras tiradas pela boca podem ferir sensibilidades e estragar uma carreira num piscar de olhos.
Mas quando os nossos artistas voam para fora, a linguagem é diferenciada e comprometedora, por isso que acabam falando mais do que deviam em canais de comunicação. No Brasil, por exemplo, algumas estrelas fazem parcerias com (sites de entretenimento), para terem noções básicas de apresentação, enquanto ainda não conseguem pagar os gigantes de assessoria de imprensa.
Quanto aos gestores de carreira, os artistas do “País do Pandza” deveriam olhar como uma das prioridades, porque ganham muito dinheiro quando estão no pico, mas no fim do dia voltam a pedir esmola, por conta de má gestão financeira.






