“O mercado da música moçambicana tornou-se impenetrável para os artistas estrangeiros”- Jeremias Gotine

“O mercado da música moçambicana tornou-se impenetrável para os artistas estrangeiros”- Jeremias Gotine

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A luta pela valorização da música moçambicana, no país, já tem “barbas brancas” e podemos arriscar, dizendo que “graças a pandemia da Covid-19, os tempos mudaram e os nativos consomem mais a arte dos artistas nacionais, nos dias de hoje”.

Olha que, já contamos com mais de 12 meses, sem espectáculos ou qualquer tipo de evento musical, na nossa pátria amada, devido ao segmento dos protocolos, no combate ao inimigo invisível “Covid-19”, mas nem por isso, os artistas moçambicanos pararam de entrar nos estúdios de música, com vista a alimentar o seu povo, uma vez que, a música faz parte no nosso quotidiano.

Nesta época pandémica, surgiram também, alguns nomes que fazem bastante sucesso, dando mais “Boost” ao consumo da música produzida na Pérola do Índico, sem esquecer que, diferentes dos anos anteriores, vimos algo inédito nas festividades de transição de ano 2020 para 2021, onde a música nacional, dominou todos convívios familiares, particularmente as músicas “Yaba Buluku” de DJ Tarico em parceria com Nelson Tivane e Preck, assim como a música “Story Of My Life” pertencente ao Mr. Bow.

Nos dias de hoje, os meios de comunicação tradicional e digital no país, dão mais atenção aos artistas de casa, e cada lançamento gera debates, olhando também para a qualidade estrondosa nos áudios e vídeos produzidos, actualmente e quase que ninguém fala dos artistas estrangeiros, principalmente os Angolanos, que em algum momento, dominaram o território, uma razão para dizer que “o mercado da música moçambicana tornou-se impenetrável para os artistas estrangeiros”.

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