Mário Macilau em Luanda – A Fotografia como Identidade de Marca

Mário Macilau em Luanda – A Fotografia como Identidade de Marca

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O fotógrafo Moçambicano Mário Macilau encontra-se mais uma vez em Luanda (capital Angolana) até dia 30 de Julho a participar num projeto de autoria pessoal, a pedido da Cipro Group e de Arpino Legato. Trata-se de um processo de produção fotográfica que envolve a pré-produção, captura, e a edição final de um espólio que será usado pelas duas instituições portuguesas em parceria com identidade Moçambicana  M consulting. A Cipro Group é uma empresa de construção civil, que inaugurou o seu complexo-sede na Zona Especial Económica (ZEE) de Viana em Luanda, em 2014.  

A Cipro tanto com Arpino Legato são instituições movidas pela excelência e procura permanente de soluções que reforcem a singularidade e exclusividade dos seus serviços. A Cipro, que se posiciona no segmento de construção de ‘luxo,’ com especial relevo par o recém-criado Cipro-Concept, um atelier criativo especialmente dedicado a surpreender os clientes mais exigentes, dando resposta e indo além das suas expectativas com soluções únicas e elevados padrões de requinte.  

A Cipro dispõe, além de Luanda, de escritórios em S. Paulo, e armazéns na zona da Boavista, bem como de uma fábrica de serração próxima da nova central do Cacuaco. A colaboração da Cipro com o fotógrafo Mário Macilau tem como motivação o respeito e a reação internacional ao seu trabalho, que ao provocar emoções sensoriais junto do público, tem estimulando um interesse que origina oportunidades de colaboração como esta, um pouco por todo o mundo.  

Segundo o comunicado de imprensa enviado ao Moz Entretenimento o fotógrafo disse “Não é pela primeira vez que vou para Angola, tenho lá ido duas a três vezes por ano e quase sempre a trabalho, é uma tristeza ter de dizer que infelizmente tenho mais reconhecimento fora do meu país. Em Moçambique julgo que tenho pessoas que admiram o que faço, mas com ausência de consideração, respeito e reconhecimento não como favor ou uma obrigação, mas porque o que tentamos fazer merece uma força local que uma simples admiração temporaria. Acredito que vai mudar um dia apesar de ter testemunhado já diversos actos relacionados com nossos artistas de grande renome e enquanto isso nós os da nova geração temos de aproveitar as oportunidades que nos surgem pelo mundo fora para melhorar representar o nosso povo. Esta é uma oportunidade para tal.”

Este projecto é muito desafiante, gosto de aprender e ultrapassar os meus limites e os desafios que me são colocados. Este projeto permite-me pensar num conjunto de elementos visuais que, de forma sistêmica representem nomes, ideias, logos, marcas, produtos, a empresa ou um serviço, de uma forma colaborativa e artística. Entendo a Cipro Group não apenas como uma empresa com fins lucrativos, mas com uma instituição que dá valor à sua identidade visual, o que implica comunicar uma imagem de eficácia e organização. A arte é uma forma da empresa conseguir alcançar esse objetivo, possibilitando em simultâneo uma diferenciação em relação aos restantes competidores.

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