Festival Poetas d’Alma regressa com mais de 40 artistas que representam 14 países 

Festival Poetas d’Alma regressa com mais de 40 artistas que representam 14 países 

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Poetas d’Alma – Festival Internacional de Poesia e Artes Performativas – entra na sua segunda edição este ano e será realizado entre os dias 18 e 21 de Novembro, no Centro Cultural Moçambicano-Alemão (CCMA), seu principal palco, e Museu da Mafalala, na cidade de Maputo.
Devido às restrições impostas pelo novo coronavírus, os eventos serão realizados em formato presencial e virtual, onde toda a sua programação será transmitida através de plataformas digitais, nomeadamente o facebook e o youtube do Colectivo Poetas D´Alma e CCMA.
O primeiro dia do festival, no dia 18, para além dos discursos de ocasião com os representantes do evento, do Governo, do Conselho Municipal de Maputo, Diplomatas e artistas e parceiros, está dedicado a performances presenciais com Tchaka e Nhochanefaizal (Moçambique), Alena Bravo (Cuba) e Yuru Yayungai (Brasil), bem como actuações virtuais com Beezae (Eswatini), Elisangela Rita (Angola) e Melvin Santhana (Brasil).
O segundo dia, 19, que se dedica a apresentações virtuais, terá actuações de Tassiana, A Palhota, Deusa D’África e Jared Nota (Moçambique), Uwe Banton (Alemanha), Akua Naru (Estados Unidos da América), Raya Wumbui (Quénia); Nuno Piteira (Portugal), Thando Fuse (África do Sul), FAMMKÉR (Ilha da Reunião), Thata Alvés, Emerson Alcalde, SorryDrummer, Luan Charles e Bia Ferreira (Brasil), Paula Tanstud (Noruega), Hanwah (Inglaterra), Langa (eSwatini), entre outros.
No dia 20, o terceiro do festival, as atenções estão viradas para o Museu Mafalala, onde irá decorrer “um encontro com as lendas” Cremilde Massingue, Ana Magaia e Paulina Chiziane e ainda a jornalista e apresentadora, Herminia Machel, a pretexto da celebração da Consciência Negra no Brasil e, por isso, será igualmente exibido o documentário que dá titulo a efeméride, produzido pela TV Justiça do Brasil. 
O festival encerra no dia 21, de volta ao CCMA, com video-perfomance de La Luna Compañía de Cuentos (Argentina); apresentação performativa da obra “A macaquinha de dois pés esquerdos”, de Flávia Changule; apresentação de dança contemporânea com a companhia InterDance; actuações de Mabjeca Tingana, Negro, Yuru Yayungai, Tchaka, Alena Bravo, Ivandro Sigaval, Guto d’Harcule, Azagaia, Orquestra Mukhambira,Jesse Jane, MozVinyl e o sul-africano Dattie Chapelli.
Os eventos iniciam geralmente às 17h00 e arrastaram-se pela noite, com excepção da festa de encerramento que irá juntar actividades infanto-juvenis e feiras durante a tarde no jardim do CCMA, a partir das 14h00, com todas as medidas de prevenção e combate à COVID-19 devidamente acauteladas de acordo com as recomendações das instituições competentes.
Frise-se que este ano é marcado pela crise de saúde pública que revelou outras fragilidades sociais no mundo, por isso, sendo a arte um dos sectores que mais se recente dos impactos da pandemia, o Poetas d’Alma mantém o seu foco em dar voz a poesia escrita, falada, cantada ou dançada, fazendo com que todas as performances dêem eco aos valores da solidariedade, liberdades, justiça social, direitos humanos, de olhos postos na agenda 2030 das Nações Unidas em que ninguém deverá ficar para trás. 
Assim se justificam as escolhas não só nos mais de 40 artistas e colectivos de artistas, provenientes de cerca de 14 países, assim como as performances que serão apresentadas.
Saiba mais sobre o festival assistindo o documentário da primeira edição através deste link: https://bit.ly/2V7dsqb

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